Os 456 anos da capital paulista serão festejados com uma programação pra lá de especial. No total serão 30 horas de shows e outras atividades culturais no Vale do Anhangabaú.
No dia 24, além dos Demônios da Garoa – que farão um duelo musical com o grupo Quinteto em Branco e Preto - também irão se apresentar no evento o Coral da Polícia Militar, Lui MR e Almir Guineto e Arlindo Cruz. No dia 25 é a vez do palco receber Leci Brandão, Paula Lima, Negra Li e Toni Garrido.
E não pára por aí! Além dessas atrações imperdíveis, será montada no local uma estrutura especial com direito a serviços como atendimentos jurídicos, um telecentro e atendimento do Centro de Referência de Combate à Homofobia e ao Racismo.
Taí uma boa dica pra quem não planeja pegar a estrada nesse feriado! Aproveitem!
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Amor sem Escalas
A segunda-feira começou bem e com o “pé direito” com a cabine de imprensa do filme Amor sem Escalas. Do diretor Jason Reitman, conhecido por “Obrigado por não Fumar” e “Juno”, a comédia dramática desafia o cinema ao mostrar personagens freqüentes e expor uma visão do que é a atualidade norte americana em plena depressão econômica.
Não é à toa que o longa levou pra casa nesse fim de semana o Globo de Ouro na categoria “Melhor Roteiro”. Ryan Bingman, protagonista interpretado por George Cloney, passa boa parte do seu tempo acomodando suas roupas metodicamente numa mala, vai ao aeroporto, faz check-in e embarca para mais um dia de trabalho.
Mas não pense você, caro leitor, que este é um simples dia de trabalho. Bingman atua numa empresa que é contratada por grandes corporações quando há corte de pessoal a fazer. Isso mesmo! Ele viaja, senta num escritório no qual nunca esteve e demite pessoas que nunca viu antes. E com maestria e suavidade incentiva essas mesmas pessoas a interpretarem a demissão como um recomeço ou mais uma coincidência do destino.
Numa das cenas mais marcantes do filme, ele explica à sua pupila, interpretada por Anna Kendrick: “Nunca diga ao demitido o quanto é desagradável demiti-lo, o seu incômodo nada significa diante do sofrimento de perder o sustento e o respeito, e ninguém deveria ser solicitado a pensar nas emoções alheias em um instante como esse”.
Mas é com a atriz Vera Farmiga que Cloney tem a oportunidade de oferecer ainda mais emoção: de um homem se apaixonando e, pouco a pouco, percebendo estar apaixonado.
Ficou curioso pra saber quando o longa estréia nas telas nacionais? Então marque na agenda: a previsão de estréia é no dia 22 de janeiro. Aguarde!
Não é à toa que o longa levou pra casa nesse fim de semana o Globo de Ouro na categoria “Melhor Roteiro”. Ryan Bingman, protagonista interpretado por George Cloney, passa boa parte do seu tempo acomodando suas roupas metodicamente numa mala, vai ao aeroporto, faz check-in e embarca para mais um dia de trabalho.
Mas não pense você, caro leitor, que este é um simples dia de trabalho. Bingman atua numa empresa que é contratada por grandes corporações quando há corte de pessoal a fazer. Isso mesmo! Ele viaja, senta num escritório no qual nunca esteve e demite pessoas que nunca viu antes. E com maestria e suavidade incentiva essas mesmas pessoas a interpretarem a demissão como um recomeço ou mais uma coincidência do destino.
Numa das cenas mais marcantes do filme, ele explica à sua pupila, interpretada por Anna Kendrick: “Nunca diga ao demitido o quanto é desagradável demiti-lo, o seu incômodo nada significa diante do sofrimento de perder o sustento e o respeito, e ninguém deveria ser solicitado a pensar nas emoções alheias em um instante como esse”.
Mas é com a atriz Vera Farmiga que Cloney tem a oportunidade de oferecer ainda mais emoção: de um homem se apaixonando e, pouco a pouco, percebendo estar apaixonado.
Ficou curioso pra saber quando o longa estréia nas telas nacionais? Então marque na agenda: a previsão de estréia é no dia 22 de janeiro. Aguarde!
Na pele de Simone de Beauvoir
A atriz Marisa Orth, conhecida por seus papéis cômicos na TV e cinema, encarou o desafio de interpretar a filósofa francesa Simone de Beauvoir no drama teatral O Inferno Sou Eu. Dirigido por José Rubens Siqueira e escrito pela dramaturga Juliana Rosenthal K., o espetáculo narra o período em que a escritora e feminista se recuperava de tifo, contraído no período em que ela visitou a Amazônia.Baseado em fatos reais, a história introduz a personagem fictícia Dorinha, uma estudante de Letras que fala francês e é incubida de cuidar de Simone até que ela se recupere numa casa alugada em Recife. A jovem é interpretada pela atriz Paula Weinfeld. Os contrastes e semelhanças entre as duas protagonistas é que dá o tom do espetáculo.
A peça é patrocinada pela UNIBAN e entra em cartaz no dia 22/01. Logo mais você confere uma entrevista exclusiva com a atriz Marisa Orth na Folha Universitária, além de uma crítica da peça. Confira os horários:
O Inferno Sou Eu
Teatro Jaraguá - Rua Martins Fontes, 71
Temporada de 22 de janeiro até 25 de abril
Sexta às 21h30 / Sábado às 21h / Domingo às 19h
Ingressos entre R$ 70 e R$ 80 - Estudante paga meia
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Elementar meu caro Watson
O diretor Guy Ritchie, de “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes”, “RocknRolla” e, como não poderia deixar de citar ex de Madonna, apresenta sua visão do mais famoso detetive de todos os tempos, Sherlock Holmes, criado pelo escritor britânico Arthur Conan Doyle. No papel principal está o ator Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro” e “Zodíaco”). Com seu fiel escudeiro Dr. Watson, vivido por Jude Law, ele enfrenta um novo e perigoso adversário. Mas quem espera ver um detetive usando boné de caçador e um tradicional terno de tweed acompanhará um Holmes reinventado, praticamente um herói a la James Bond, bom de briga, ágil e ao mesmo tempo sexy e emotivo. Bem a cara das produções de Ritchie, cheias de ritmo e ação.Apesar disso, o novo Holmes continua com sua singular busca por criminosos de toda e qualquer estirpe, seja confiando em seus afiados poderes de observação ou por suas notáveis habilidades dedutivas. À medida que a trama vai se passando, seguindo à risca as características de uma Londres do fim do século dezenove, há espaço para o engenhoso jogo de mistério e contradição, com direito a uma riqueza de detalhes - estima-se que a Warner Bros Pictures tenha investido mais de US$ 100 milhões neste longa.Uma boa dica para janeiro, quando estréia nas telonas nacionais.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
O mundo de sonhos de James Cameron
Hoje fui a uma cabine de imprensa. Se o leitor não sabe o que é isso é muito simples explicar. Trata-se da exibição de filmes para críticos e jornalistas que escrevem ou falem sobre cinemas em jornais, revistas, sites, TV e rádio. A única diferença é que esses profissionais vêem o filme com alguma antecedência e normalmente desfrutam de um bom café da manhã, além terem acesso a um material que tem valiosas informações sobre o filme, como essa imagem que o leitor pode ver em nosso blog. Mas hoje fui numa cabine um pouco diferente. Em primeiro lugar esta era mais lotada que o normal (tinha tanta gente que não consegui tomar o café da manhã). O cinema 3D do Shopping Bourbon estava tão lotado que muitos dos colegas se viram obrigados a ver o filme sentados nas escadas que dão acesso às poltronas.
Mas o mais curioso, leitor, é que na saída normalmente se faz um ou outro comentário mais ácido sobre o filme. Mas hoje isso também não aconteceu. Os colegas e esse jornalista que vos escreve, saíram encantados, incapazes de fazer qualquer comentário azedo. Todos estavam absortos, maravilhados e sonhando com o mundo fascinante que se desenrolou diante dos nossos olhos por aproximadamente três horas. Um mundo novo, escrito pelo mesmo sujeito que recriou a viagem inaugural e única do Titanic e anos atrás dirigiu a seqüência mais nobre da série Alien.
Esse mundo novo trata-se de Avatar, o novo filme do canadense James Cameron, que tem estréia prevista para esta sexta-feira, dia 18. A produção é fruto de um sonho que o cineasta nutre há mais de 15 anos, muito antes do seu Titanic faturar quase dois bilhões de dólares só em bilheterias mundo afora. Mas afinal, qual é fio condutor de Avatar, filme que tanto fascinou as centenas de jornalistas presentes nessa cabine? O que tem essa ficção científica que, mesmo durante os 160 minutos de sua exibição, ninguém arredou pé nem para ir ao banheiro? A crítica completa de Avatar você confere sexta-feira no hotsite da Folha Universitária (www.uniban.br/folha)
Esse mundo novo trata-se de Avatar, o novo filme do canadense James Cameron, que tem estréia prevista para esta sexta-feira, dia 18. A produção é fruto de um sonho que o cineasta nutre há mais de 15 anos, muito antes do seu Titanic faturar quase dois bilhões de dólares só em bilheterias mundo afora. Mas afinal, qual é fio condutor de Avatar, filme que tanto fascinou as centenas de jornalistas presentes nessa cabine? O que tem essa ficção científica que, mesmo durante os 160 minutos de sua exibição, ninguém arredou pé nem para ir ao banheiro? A crítica completa de Avatar você confere sexta-feira no hotsite da Folha Universitária (www.uniban.br/folha)sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Por dentro de Woodstock
Hoje estréia o filme Aconteceu em Woodstock, dirigido por Ang Lee, conhecido por produções como O Segredo de Brokeback Mountain e O Tigre e o Dragão. Inspirada em fatos reais, o longa conta sobre os bastidores de um dos eventos mais marcantes da história do rock, o Festival de Woodstock. Nomes como Jimi Hendrix, Janis Joplin, Joe Cocker e Carlos Santana, entre tantos outros artistas da época fizeram parte deste marco da geração hippie, que aconteceu entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969.
O personagem principal é Elliot Tiber, um jovem que sacrifica sua vida na metrópole para ajudar seus pais a salvar o negócio da família: um hotel caindo aos pedaços no interior da cidade de Bethel, próximo a Nova York. À beira da falência, surge uma oportunidade de salvar a espelunca. Ele lê num jornal que os produtores de um grande show de rock foram impedidos de realizar o evento por causa dos moradores de uma cidade. O jovem toma a iniciativa e liga para eles oferecendo o terreno de seu vizinho Max (Eugeny Levy) para abrigar palco, público e artistas, e o hotel para hospedar a produção do concerto.
A partir daí o que se segue é uma peregrinação de hippies vindos dos quatro cantos do país trazendo os lemas “paz e amor” e “sexo, drogas e rock’n’roll”. É quando surgem alguns personagens interessantes como o jovem ex-combatente Billy (Emile Hirsch), o travesti Linda (Liev Schreiber), o produtor teatral Dan (Jeffrey Dean Morgan) e o garoto da van (Paul Danno). Cheio de referências, o filme é uma boa oportunidade de relembrar, ou mesmo conhecer, a história de um dos maiores festivais de música de todos os tempos. Uma boa pedida para esse fim de semana. Confira o trailer abaixo.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
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